História da Mesopotâmia



Origem e significado do nome

 

A palavra mesopotâmia é de origem grega e significa "terra entre rios". Esta civilização é considerada uma das mais antigas da história.

 

A Mesopotâmia, muitas vezes chamada de "Berço da Civilização", está localizada entre os rios Tigre e Eufrates, no atual Iraque. A terra fértil e a disponibilidade de água para irrigação tornaram-na propícia ao povoamento precoce. A civilização aqui começou a se desenvolver por volta de 3300–3000 a.C., durante a Idade do Bronze, quando os sumérios estabeleceram algumas das primeiras cidades conhecidas.



Principais povos mesopotâmicos

 

Vários povos antigos habitaram a região da Mesopotâmia entre os séculos V a.C. e I a.C. Entre estes povos, podemos destacar: babilônicos, assírios, sumérios, caldeus, amoritas e acádios



Principais características comuns aos povos mesopotâmicos:

 

No geral, seguiam religiões politeístas, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. No que se refere à política, tinham uma forma de organização baseada na centralização de poder, onde apenas uma pessoa (imperador ou rei) comandava tudo. A economia era baseada na agricultura e no comércio nômade de caravanas.


Esses povos mesopotâmicos possuíam também outra característica comum: o modo de produção asiático. Esse se baseava na propriedade estatal das terras, na servidão coletiva e na agricultura dependente da irrigação dos rios.

 

No âmbito da política, os povos da Mesopotâmia são classificados como teocráticos. Nesse sistema, o governante possui poder político e religioso, fazendo uma espécie de fusão entre esses dois aspectos. Ou seja, eles acreditavam que o rei era uma espécie de representante divino na Terra e seu poder tinha como origem a própria divindade (deuses, no caso dos mesopotâmicos).

 

Esses povos também tinham em comum a criação de cidades-estados independentes como forma de organização política.

 

 

Utu, deus Sol da mitologia suméria
Utu (Shamash): deus Sol da mitologia suméria. Também era o deus da moralidade, verdade e justiça.



Características geográficas da região

 

Vale dizer que os povos da Antiguidade buscavam regiões férteis, próximas aos rios, para desenvolverem as suas comunidades. Dentro desta perspectiva, a região da mesopotâmia era uma excelente opção, pois garantia água para consumo, rios para pescar e vias de transporte pelos rios. Outro benefício oferecido pelos rios, eram as cheias que fertilizavam as margens, garantindo um ótimo local para a agricultura.



Principais povos mesopotâmicos:

 

1. Sumérios 

 

Os sumérios se destacaram na construção de um complexo sistema de controle da água dos rios. Construíram canais de irrigação, barragens e diques. A armazenagem da água era de fundamental importância para a sobrevivência das comunidades. Uma grande contribuição dos sumérios foi o desenvolvimento da escrita cuneiforme, por volta de 4000 a.C. Para registrar a escrita, usavam placas de barro, onde cunhavam os textos e dados. Muito do que sabemos hoje, sobre este período da história, deve-se às placas de argila com registros cotidianos, administrativos, econômicos e políticos da época.

 

Os sumérios, que eram excelentes arquitetos e construtores, desenvolveram os zigurates. Estas construções eram em formato de pirâmides e serviam como locais de armazenagem de produtos agrícolas; e também como templos religiosos. Construíram várias cidades importantes como Ur, Nipur, Lagash e Eridu.

 

Placa de argila com escrita cuneiforme da mesopotâmia

Placa de argila com escrita cuneiforme



2. Babilônios 

 

Este povo construiu suas cidades nas margens do rio Eufrates. Foram responsáveis por um dos primeiros códigos de leis que temos conhecimento.

 

Baseando-se nas Leis de Talião ("olho por olho, dente por dente"), o imperador e legislador Hamurabi, desenvolveu um conjunto de leis para poder organizar e controlar a sociedade. De acordo com o Código de Hamurabi, todo criminoso deveria ser punido de uma forma proporcional ao delito cometido. 

 

Os babilônios também desenvolveram um rico e preciso calendário, cujo objetivo principal era conhecer mais sobre as cheias do rio Eufrates e também obter melhores condições para o desenvolvimento da agricultura. Excelentes observadores dos astros e com grande conhecimento de astronomia, desenvolveram um preciso relógio de sol.

 

Além de Hamurabi, outro imperador que se tornou conhecido por sua administração foi Nabucodonosor II, responsável pela construção dos Jardins suspensos da Babilônia (que fez para satisfazer sua esposa) e a Torre de Babel (zigurate vertical de 90 metros de altura). Sob seu comando, os babilônios chegaram a conquistar o povo hebreu e a cidade de Jerusalém.

 

Foto de uma entrada de espécie de templo, de cor azul, com desenhos de animais em dourado

Portão de Ishtar (reconstrução) da Babilônia.



3. Assírios

 

Este povo destacou-se pela organização e desenvolvimento de uma cultura militar. Encaravam a guerra como uma das principais formas de conquistar poder e desenvolver a sociedade. Eram extremamente cruéis com os povos inimigos que conquistavam. Impunham aos vencidos, castigos e crueldades como uma forma de manter o respeito e espalhar o medo entre os outros povos. Com estas atitudes, tiveram que enfrentar uma série de revoltas populares nas regiões que conquistavam.


Embora fossem guerreiros, também se dedicaram à arte, principalmente nos relevos detalhados. Esculpidos nas paredes do palácio, esses relevos capturaram tudo, desde cenas de caça a campanhas militares, fornecendo um registro histórico significativo dos triunfos e tradições dos assírios.

 

4. Caldeus

 

Os caldeus eram um povo antigo semita, que habitava a região sudoeste da Mesopotâmia nas áreas mais baixas dos rios Tigre e Eufrates (região conhecida como Caldeia). Provenientes da Arábia oriental, este povo se estabeleceu na Baixa Mesopotâmia no século IX a.C. Com o fim do processo migratório, os caldeus deixaram de ser nômades para ser sedentários.

 

Principais aspectos históricos e políticos dos caldeus:

 

- Possuíam uma estrutura de organização social e política de caráter tribal.

 

- A economia dos caldeus baseava-se, principalmente, no comércio e na agricultura.

 

- Assimilaram, logo de início, a cultura babilônica.

 

- Assumiram o controle político da região da Mesopotâmia entre os séculos IX e VIII a.C.

 

- No século VII a.C., aproveitaram a crise do Império Assírio e colocaram no trono da Babilônia o rei caldeu Nabopolassar, fato que deu início ao Império Neobabilônico.

 

- A vitória final sobre os assírios aconteceu durante o reinado do rei caldeu Nabucodonosor II. A nova dinastia caldeia deu início, com este rei, a um período de grande renascimento cultural e político na Babilônia.

 

- A era de domínio caldeu na Mesopotâmia terminou em 539 a.C., quando Ciro (o Grande), rei persa, aproveitou o enfraquecimento político dos caldeus e dominou  a região.

 

 

Escrita na Mesopotâmia

 

Na sociedade suméria (um dos povos que se desenvolveu na Mesopotâmia), a escrita teve início por volta de 4.000 a.C., quando os templos e palácios eram o centro da sociedade.

 

Cerca de 500 anos depois (3.500 a.C.), já havia sido criado outro sistema de registro, baseado em marcas, na forma de cunha. Foi a origem da escrita cuneiforme. Ela era feita, principalmente, em placas de argila.

 

Os povos da mesopotâmia usavam a escrita, principalmente, para registrar cobranças de impostas, estoques de alimentos, guerras e batalhas, mitos, feitos dos reis e crenças religiosas.

 

Pouquíssimos mesopotâmicos conheciam a escrita cuneiforme. Geralmente, quem escrevia eram os escribas.

 

Placa de argila com escrita cuneiforme da Mesopotâmia
Placa de argila com escrita cuneiforme suméria (por volta de 1.700 a.C.).

 

 

Arquitetura da Mesopotâmia

 

Os povos da mesopotâmia (sumérios, acádios e babilônios) se destacaram na arquitetura. Muitas de suas construções, belas e resistentes, duraram mais de três milênios e chegaram até os dias de hoje.

 

Principais características arquitetônicas:

 

- Os mesopotâmicos se destacaram na construção de palácios, templos e zigurates. Esses últimos eram espécie de monumentos, com formato de pirâmide, utilizados para rituais religiosos, estocagem de grãos e até observação astronômica.

 

- Utilização de arco em grande parte das construções. Esse é considerado um aspecto inovador na arquitetura do período.

 

- Presença de decorações (principalmente pinturas e baixos-relevos) dentro dos tempos e palácios.

 

- Os mesopotâmicos também construíram muralhas para defender as cidades contra invasões inimigas. As mais conhecidas são as muralhas construídas pelo rei Nabucodonosor. Eram grossas e possuíam portas decoradas.

 

Arte na Mesopotâmia

 

Um traço comum entre as culturas dos povos mesopotâmicos era a dedicação de sua arte em comunicar valores sociais, crenças religiosas e eventos históricos.


A arte da Antiga Mesopotâmia era, portanto, parte integrante de suas várias sociedades, servindo a muitas funções – documentando a história, ilustrando histórias religiosas, afirmando o poder e simplesmente proporcionando prazer estético. Seu legado perdurou, influenciando civilizações posteriores e enriquecendo nossa compreensão do mundo antigo.

 

 

Curiosidades:

- Como as pedras eram escassas na região, os povos da mesopotâmia utilizavam tijolos de barro cozido para fazerem as construções (templos, palácios, casas, etc.). Por esse motivo, grande parte das obras arquitetônicas dos mesopotâmicos não resistiram ao tempo. A grande quantidade de guerras na região também contribuiu para a destruição dessas construções.

 

 

CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DA MESOPOTÂMIA:

 

- 4.000 a.C. – início da ocupação do território da Mesopotâmia (região dos vales dos rios Tigre e Eufrates).

 

- 4.000 a.C. a 1900 a.C. – desenvolvimento da sociedade suméria. Surgem as primeiras cidades: Uruk, Ur e Nipur.

 

- 2.600 a.C. - por volta deste ano, os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.

 

- 2.330 a.C. – unificação das cidades sumérias e surgimento do império acadiano com o rei Sargão I de Acad.

 

- 1900 a.C. a 1600 a.C. – período de domínio dos babilônios.

 

- 1.750 a.C. o rei babilônio Hamurabi conquista várias regiões e forma o Império Babilônico com capital na cidade de Babilônia. Durante seu governo é criado o primeiro código de leis da história, que ficou conhecido como Código de Hamurabi.

 

- 1.600 a.C. a 1.200 a.C. – os hititas, povo da região central da Ásia, conquista várias regiões da Mesopotâmia. É o período de domínio hitita na região.

 

- 1.200 a.C. – os hititas são dominados pelos assírios.

 

- 1.200 a.C. a 612 a.C. – período de domínio assírio na Mesopotâmia. Até 720 a.C. (aproximadamente) esse povo dominava apenas a região norte da Mesopotâmia. Porém, a partir deste ano, eles passam a dominar toda a Mesopotâmia e formam o Império Assírio. Neste período, o Império Assírio teve duas capitais (alternadamente): Nínive e Assur. O principal rei assírio foi Assurbanipal (668-627 a.C.).

 

- 612 a.C. a 539 a.C. – período em que o povo caldeu dominou a Mesopotâmia. Eles fundaram o Império Neobabilônico. O principal rei caldeu foi Nabucodonosor.

 

- 539 a.C. – liderados pelo rei Ciro, os persas dominam o Império Neobabilônico, libertaram os hebreus, e transformam a Mesopotâmia numa província do Império Persa.

 

Hamurabi um dos mais importantes reis da Babilônia

Hamurabi (a direita): um dos mais importantes reis da Babilônia.

 

 

Períodos históricos da Mesopotâmia Antiga:

 

 

Império Sumério

 

Período: de 2.800 a.C. a 2.000 a.C.

 

Região geográfica: Sul da Mesopotâmia

 

Principal rei: Sargão I

 

 

Primeiro Império Babilônico

 

Período: 2.000 a.C. a 1.600 a.C.

 

Região geográfica: região central da Mesopotâmia

 

Principal rei: Hamurabi

 

 

Império Assírio

 

Período: 1.600 a.C. a 612 a.C.

 

Região Geográfica: Norte da Mesopotâmia

 

Principal rei: Sargão II

 

 

Segundo Império Babilônico (Neobabilônico)

 

Período: 612 a.C. a 339 a.C.

 

Região Geográfica: região central da Mesopotâmia

 

Principal rei: Nabucodonosor II

 

 

 


 

 

RESUMO

 

Mesopotâmia:ciivilização localizada entre os rios Tigre e Eufrates, florescendo desde aproximadamente 4000 a.C. com o surgimento das primeiras cidades-estados.


Origem das primeiras cidades

- Desenvolvimento urbano em Uruk e Ur durante o período Sumério (c. 4000–2500 a.C.).
- Crescimento das estruturas políticas centralizadas, com templos e zigurates como centros administrativos.


Organização política

- Estrutura baseada em cidades-estados autônomas comandadas por líderes locais.
- Formação de impérios como o Acádio (c. 2334–2154 a.C.) e o Babilônico (c. 1894–539 a.C.).


Sociedade e estratificação social

- Divisão social marcada por sacerdotes, governantes, artesãos, camponeses e grupos escravizados.
- Predomínio de estruturas familiares patriarcais e sistemas de trabalho vinculados ao templo e ao palácio.


Economia

- Agricultura baseada na irrigação desde o quarto milênio a.C., possibilitando excedentes agrícolas.
- Intensificação do comércio de longa distância com regiões como Anatólia e Levante.


Religião

- Politeísmo centrado em divindades como Enlil, Enki, Ishtar e Marduque.
- Construção de zigurates desde o período Sumério como centros cerimoniais urbanos.


Escrita e produção intelectual

- Invenção da escrita cuneiforme por volta de 3200 a.C. para registros administrativos.
- Consolidação de bibliotecas e textos literários como o “Épico de Gilgámesh”, difundidos durante o período Babilônico.


Direito e administração

- Elaboração de códigos legais, como o Código de Hamurábi (c. 1750 a.C.).
- Fortalecimento da burocracia com escribas especializados em contabilidade e legislação.


Ciência e tecnologia

- Aperfeiçoamento da matemática com sistemas baseados no número 60.
- Desenvolvimento de técnicas astronômicas para calendário agrícola a partir do terceiro milênio a.C.


Arquitetura e urbanismo

- Construção de templos, palácios e muralhas desde os primeiros períodos urbanos.
- Planejamento urbano com ruas, áreas residenciais e centros administrativos bem definidos.


Arte e cultura material

- Produção de selos cilíndricos para identificação e autenticação desde o quarto milênio a.C.
- Esculturas, relevos e objetos em metal, refletindo símbolos religiosos e poder político.


Guerras e conflitos

- Constantes disputas territoriais entre cidades-estados e impérios, como Sumério, Acádio e Assírio.
- Expansão militar dos Assírios (c. 911–609 a.C.) utilizando estratégias e tecnologias avançadas.


Legados históricos

- Influência permanente na organização do Estado, no direito e nos sistemas de escrita posteriores.
- Transmissão de conhecimentos para persas, gregos e povos da Antiguidade do Mediterrâneo.

 

 


 

Vocabulário do texto:

 

1. Zigurate: construção em forma de pirâmide escalonada usada como templo e centro de atividades religiosas e administrativas.

2. Cuneiforme: sistema de escrita desenvolvido pelos sumérios, caracterizado por marcas em forma de cunha em placas de argila.

3. Teocracia: sistema de governo em que o líder político é também autoridade religiosa, considerado representante divino.

4. Politeísmo: crença na existência e adoração de vários deuses, característica marcante da religião mesopotâmica.

5. Código de Hamurabi: conjunto de leis criadas pelo rei babilônio Hamurabi, baseado na justiça proporcional e nos princípios das Leis de Talião.

6. Modo de produção asiático: sistema econômico baseado na propriedade estatal das terras, servidão coletiva e controle centralizado da irrigação.

7. Escriba: profissional responsável por registrar textos administrativos, religiosos e econômicos nas sociedades mesopotâmicas.

8. Caldeus: povo semita que habitou a Baixa Mesopotâmia, responsável pela formação do Império Neobabilônico.

9. Tigre e Eufrates: rios que delimitavam a Mesopotâmia e eram fundamentais para a agricultura, transporte e desenvolvimento da civilização.

10. Assurbanipal: importante rei assírio conhecido por suas campanhas militares e pela construção da biblioteca de Nínive.

11. Torre de Babel: famoso zigurate babilônico, mencionado em relatos históricos e religiosos, atribuído ao reinado de Nabucodonosor II.

12. Ur: uma das mais antigas cidades da Mesopotâmia, destacando-se por sua organização política e religiosa, além de sua arquitetura monumental.

 

 


 

 

 

Dicas do professor: Como o tema da Antiga Mesopotâmia costuma ser cobrado em Vestibulares e ENEM?



1. Localização geográfica e importância dos rios Tigre e Eufrates.

A Mesopotâmia costuma ser cobrada a partir de sua localização no chamado Crescente Fértil, com destaque para a importância dos rios Tigre e Eufrates no desenvolvimento da agricultura, da sedentarização e das primeiras cidades. As provas frequentemente relacionam a presença dos rios ao controle das cheias, à fertilidade do solo e à organização social.


2. Surgimento das primeiras cidades e do Estado.

É comum a cobrança sobre a formação das cidades-Estado mesopotâmicas, como Ur, Uruk e Lagash, destacando a centralização política, a cobrança de tributos e a necessidade de organização administrativa. Questões costumam associar o crescimento urbano à complexidade social e à divisão do trabalho.


3. Povos da Mesopotâmia.

Vestibulares e o ENEM exploram os diferentes povos que ocuparam a região, como sumérios, acádios, amoritas, assírios e caldeus. A abordagem geralmente enfatiza a sucessão desses povos, suas contribuições culturais e as disputas pelo controle territorial.


4. Escrita cuneiforme e administração.

A escrita cuneiforme é um tema recorrente, associada ao controle econômico, aos registros comerciais, às leis e à administração do Estado. As questões costumam destacar a escrita como instrumento de poder e organização social, e não apenas como meio de comunicação.


5. Código de Hamurábi e a ideia de lei.

O Código de Hamurábi aparece com frequência, especialmente ligado à noção de justiça, à Lei de Talião e à hierarquização social. As provas exploram o caráter desigual das leis, que variavam conforme a posição social do indivíduo.


6. Religião politeísta e visão de mundo.

A religiosidade mesopotâmica costuma ser cobrada destacando o politeísmo, a relação entre deuses e forças da natureza e a visão pessimista da vida após a morte. Questões frequentemente associam religião, poder político e legitimação da autoridade dos governantes.


7. Economia agrária e trabalho.

As avaliações abordam a economia baseada na agricultura irrigada, no comércio e no uso do trabalho coletivo. É comum a associação entre produção agrícola, excedentes econômicos e fortalecimento das elites políticas e religiosas.


8. Arquitetura e zigurates.

Os zigurates aparecem como elementos simbólicos importantes, associados à religião e ao poder político. As questões costumam destacar sua função religiosa e seu papel como centro da vida urbana.


9. Sociedade hierarquizada.

A organização social da Mesopotâmia é frequentemente cobrada com ênfase na divisão entre elites, homens livres e escravizados. As provas exploram as desigualdades sociais e a ausência de igualdade jurídica entre os grupos.


10. Comparações com outras civilizações antigas.

É comum que o tema apareça em questões comparativas, especialmente entre Mesopotâmia e Egito, analisando diferenças na relação com os rios, na organização política, na religiosidade e na visão sobre a vida e a morte.

 

 




Por Jefferson Evandro Machado Ramos
Graduado em História pela Universidade de São Paulo - USP (1994).




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Bibliografia e vídeos indicados:

 

Fontes consultadas para a elaboração do texto:

 

ARRUDA, José Jobson de Andrade; PILETTI, Nelson. Toda a História. História Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 2007.

SANTOS, Maria Januária Vilela. História Antiga e Medieval. São Paulo: Ática, 1998.



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HISTÓRIA GERAL #1 MESOPOTÂMIA: (FORMAÇÃO, POLÍTICA E ECONOMIA) - Canal Parabólica


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