Economia Brasileira

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Economia brasileira: entre as dez maiores do mundo
Economia brasileira: entre as dez maiores do mundo

 

Introdução



Embora esteja passando por um momento de crise, provocada principalmente por problemas políticos, o Brasil ainda apresenta uma economia forte e sólida. O país é um grande produtor e exportador de mercadorias de diversos tipos, principalmente commodities minerais, agrícolas e manufaturados. As áreas de agricultura, indústria e serviços são bem desenvolvidas e encontram-se, atualmente, em bom momento de expansão. Considerado um país emergente, o Brasil ocupa o 9º lugar no ranking das maiores economias do mundo (em volume de PIB de 2016). O Brasil possui uma economia aberta e inserida no processo de globalização.

 

Informações, índices e dados da economia brasileira



Moeda: Real (símbolo R$)


PIB de 2016 (Produto Interno Bruto): R$ 6,267 trilhões ou US$ 2,015 trilhões* taxa de câmbio usada US$ 1,00 = R$ 3,11 (em 07/03/2017)


Renda per Capita de 2016 (PIB per capita): R$ 30.407 ou US$ 9.777 * taxa de câmbio usada US$ 1,00 = R$ 3,11 (em 07/03/2017)


Coeficiente de Gini: 49,8 (2013) - alto


Evolução do PIB nos últimos anos: 1,3% (2001); 3,1% (2002); 1,2% (2003); 5,7% (2004); 3,1% (2005); 4% (2006); 6% (2007); 5% (2008); - 0,2% (2009); 7,6% (2010); 3,9% (2011); 1% (2012); 2,5% (2013); 0,1% (2014); -3,8% (2015); -3,6 (2016).


Desempenho do PIB no ano de 2016 (de janeiro a dezembro): -3,6%


Desempenho do PIB no ano de 2016 (de janeiro a março - 1º trimestre): -0,3% (em relação ao trimestre anterior).

Desempenho do PIB no ano de 2016 (de abril a junho - 2º trimestre): -0,6% (em relação ao trimestre anterior).

Desempenho do PIB no ano de 2016 (de julho a setembro - 3º trimestre): -0,8% (em relação ao trimestre anterior).

Desempenho do PIB no ano de 2016 (de outubro a dezembro - 4º trimestre): -0,9% (em relação ao trimestre anterior).

PIB 2017 (1º trimestre): +1,0% (dado divulgado pelo IBGE em 01/06/2017).

PIB 2017 (2º trimestre): +0,2% (dado divulgado pelo IBGE em 01/09/2017).

PIB 2017 (3º trimestre): +0,1% (dado divulgado pelo IBGE em 01/12/2017).

PIB 2017 em valores correntes: No 1º trimestre: R$ 1,595 trilhão (US$ 493,8 bilhões – cotação de 01/06/2017 com dólar a R$ 3,23). No 2º trimestre: R$ 1,639 trilhão (US$ 523,6 bilhões – cotação de 01/09/2017 com dólar a R$ 3,13). No 3º trimestre: R$ 1,641 trilhão (US$ 501,8 bilhões - cotação de 01/12/17 com dólar a R$ 3,27).


Taxa de investimentos: 16,4% do PIB (em 2016) / 15,5% do PIB (no 2º trimestre de 2017).


Carga tributária: 32,38% do PIB (em 2016)


Taxa de poupança: 13,9% do PIB (em 2016) / 15,8% do PIB (no 2º trimestre de 2017).


Força de trabalho: 104,4 milhões de trabalhadores (de outubro a dezembro de 2017): 92,1 milhões de ocupados e 12,3 milhões de desocupados.


Inflação: 2,95% (IPCA de 2017) | 0,29% (IPCA de janeiro de 2018).


Taxa de desemprego: 12,7% (taxa média anual de 2017) / 11,8% (entre outubro e dezembro de 2017) com 12,3 milhões de desempregados.


Brasileiros empregados (população ocupada):
92,1 milhões de pessoas (entre outubro e dezembro de 2017 - IBGE).


Rendimento médio dos trabalhadores brasileiros:
R$ 2.154 (de outubro a dezembro de 2017 - IBGE).


Taxa básica de Juros do Banco Central (SELIC): 6,75% ao ano (referência: desde 07 de fevereiro de 2018).


Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP): 6,75% (anualizada)


Salário Mínimo Nacional: R$ 954,00 (a partir de 1º de janeiro de 2018).


Dívida Externa: US$ 315,267 bilhões (setor público e setor privado) - dados relativos a agosto de 2017. Fonte: Banco Central.

 

Dívida Federal Externa: R$ 127,07 bilhões ou US$ 38,78 bilhões (em outubro de 2017) - aumento de 6,88% em relação ao mês anterior.


Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi): R$ 3,311 trilhões (em outubro de 2017) - queda de 0,02% em relação ao mês anterior.


Dívida Pública (porcentagem do PIB): 66,2% (em 2015)

 

Dívida pública federal em valores (dívida interna + externa): R$ 3,438 trilhões (em outubro de 2017) - aumento de 0,22% em relação ao mês anterior.

 

Transações correntes (transações do Brasil com o exterior):  em 2016 o déficit foi de US$ 22 bilhões (1,22% do PIB). Em 2017 (de janeiro a novembro) o déficit está em US$ 5,418 bilhões.

 

Resultado primário do setor público (união, estados e municípios e suas estatais): déficit de R$ 110,5 bilhões (em 2017) - 1,69% do PIB

 

Contas do Governo Federal (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social): déficit primário de R$ 124,4 bilhões (em 2017) - representa 1,9% do PIB. / déficit primário de R$ 21,168 bilhões (em dezembro de 2017).

 

Reservas internacionais: US$ 370,5 bilhões (em outubro de 2017).

 

Produção industrial: +2,5% (em 2017) em relação ao ano anterior. Em dezembro de 2017, a atividade da indústria brasileira cresceu 2,8% (em comparação com o mês anterior).

 

Arrecadação federal (impostos e tributos recolhidos): R$ 1,342 trilhão (sem correção pela inflação) no ano de 2017- aumento real de 0,59% em relação ao ano anterior.

 

Poupança nacional bruta: R$ 869 bilhões (ano de 2016).

 

Investimentos diretos no país (IDP): US$ 78,9 bilhões (em 2016) - 4,36% do PIB.

 

Contas do Setor Público (consolidado): déficit primário de R$ 909 milhões em novembro de 2017. Entre janeiro e novembro de 2017 o déficit é de R$ 78,26 bilhões. * envolve governo federal, estados, municipios e empresas estatais.

 

Contas externas em 2017 (transações correntes): US$ 9,762 bilhões (0,48% do PIB)

 

Investimento Direto no País (IDP): US$ 70,332 bilhões (em 2017) que corresponde a 3,42% do PIB.

 



Comércio Exterior:



Exportações: US$ 217,7 bilhões (2017) - alta de 18,5% em relação ao ano anterior.


Importações: US$ 150,7 bilhões (2017) - alta de 10,5% em relação ao ano anterior.


Saldo da balança comercial (2017): Superávit de US$ 67 bilhões (R$ 218,42 bilhões - conversão em 02/01/2018 com dólar a R$ 3,26). Em janeiro de 2018, ela apresentou superávit de US$ 2,768 bilhões.

 

Países que o Brasil mais importou (2016): China, Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Coreia do Sul.


Países que o Brasil mais exportou (2016): China, Estados Unidos, Argentina, Holanda, Alemanha e Japão


Principais produtos exportados pelo Brasil (2016): minério de ferro, ferro fundido e aço; óleos brutos de petróleo; soja e derivados; automóveis; açúcar de cana; aviões; carne bovina; café e carne de frango.


Principais produtos importados pelo Brasil (2016): petróleo bruto; circuitos eletrônicos; transmissores/receptores; peças para veículos, medicamentos; automóveis, óleos combustíveis; gás natural, equipamentos elétricos e motores para aviação.


Organizações comerciais que o Brasil pertence: Mercosul, Unasul e OMC (Organização Mundial de Comércio).



Tipos de energia consumida no Brasil (dados de 2016):

- Petróleo e derivados: 37,6%
- Hidráulica: 14,4%
- Gás natural: 10,1%
- Carvão Mineral: 5%
- Biomassa: 21,3%
- Lenha: 9,5%
- Nuclear: 1,4%
- Eólica: 0,6%



Principais produtos agrícolas produzidos: café, laranja, cana-de-açúcar (produção de açúcar e álcool), soja, tabaco, milho, mate.



Principais produtos da pecuária: carne bovina, carne de frango, carne suína



Principais minérios produzidos: ferro, alumínio, manganês, magnesita e estanho.



Principais setores de serviços: telecomunicações, transporte rodoviário, técnico-profissionais prestados à empresas, transporte de cargas, limpeza predial e domiciliar, informática, transportes aéreos e alimentação.



Principais setores industriais: alimentos e bebidas, produtos químicos, veículos, combustíveis, produtos metalúrgicos básicos, máquinas e equipamentos, produtos de plástico e borracha, eletrônicos e produtos de papel e celulose.

 

Fontes: IBGE, Ministério de Minas e Energias, Banco Mundial, CIA The World Factbook e MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços).




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Bibliografia Indicada

 

Economia brasileira contemporânea

Autor: Toneto Júnior, Rudinei e outros

Editora: Atlas

Temas do livro: Economia do Brasil, Dados Econômicos

 


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